Processamento mineral em África condicionado por défice energético
A aposta africana no refino local de minerais atrai investidores, mas esbarra na escassez de eletricidade barata e fiável para a industrialização.
Redação Corredores Lusófonos · · Fonte: Club of Mozambique
O impulso para adicionar valor aos minerais em território africano suscita o interesse de investidores, mas esbarra num obstáculo energético significativo. A falta de eletricidade económica e estável ameaça condicionar o investimento no setor. Além disso, a Guiné necessita de até 10.000 MW para o seu processo de industrialização. A energia, a matéria-prima, a previsibilidade regulatória e a presença de compradores constituem fatores essenciais apontados por responsáveis governamentais e industriais.